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A Atividade física na Terceira Idade

atividade-física-terceira-idadePara quem pensa que envelhecer é sinônimo de redução da qualidade de vida, engana-se. Se você adota um estilo de vida saudável desde a juventude, maiores serão as chances de garantir inúmeros benefícios para a Terceira Idade. Alimentação balanceada, horas adequadas e diárias de sono, dentre outros hábitos como fugir do alcoolismo, do tabagismo e do sedentarismo são de extrema importância para quem deseja se livrar de doenças em qualquer fase da vida. E por falar em fugir do sedentarismo, a prática regular de atividade física na Terceira Idade é um dos melhores remédios para aproveitar esta etapa da vida com mais disposição e saúde.

O segredo das atividades físicas

Quando envelhecemos, manter o corpo em atividade é o que vai conservar as nossas funções vitais em bom funcionamento. Por isso, as atividades físicas são essenciais com influências positivas à mente e ao corpo.
Durante a prática é importante o acompanhamento seguro de um profissional que irá trabalhar dentro das necessidades e limitações de cada um. Caso o idoso nunca tenha praticado atividades físicas, talvez seja um pouco mais difícil iniciar a prática de exercícios. Mas com o tempo e ao perceber os benefícios, o idoso ganhará maior afinidade com a prática. Para quem já mantém o hábito de se exercitar desde a juventude, melhor ainda, pois o progresso na busca por resultados eficazes será mais rápido. O importante é não se render ao comodismo. É claro que na Terceira Idade o cuidado ao praticar qualquer atividade deve ser ainda maior, mas com certeza é o que garante ao idoso uma maior resistência às doenças e ao estresse emocional.

Pilates na Terceira Idade

Na Terceira idade é natural que o indivíduo comece a perder, significativamente, suas capacidades motoras, como força, equilíbrio e flexibilidade. A prática do Pilates, em especial, é bastante indicada para os idosos, principalmente, por ser uma atividade de baixo impacto.
O Pilates na Terceira Idade propõe:
– aumento da flexibilidade muscular;
– melhora da mobilidade das articulações;
– melhora do equilíbrio e coordenação motora;
– aumento da consciência corporal e postural;
– fortalecimento muscular;
– melhora da capacidade respiratória e concentração;
Todos esses fatores contribuem para a melhora da qualidade de vida, diminuem os riscos de quedas e suas consequências, aliviam as dores articulares e aumentam a autoestima do idoso.
Assista ao nosso vídeo institucional e agende uma aula experimental:

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