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Tudo o que você precisa saber sobre espondilólise

Com nome meio complicado de pronunciar, essa condição é mais comum do que parece. Uma das causas mais comuns de dores nas costas em atletas jovens, ela é definida como um defeito das vértebras, causado geralmente por uma fratura de estresse na faceta interarticular ou no arco vertebral.

A região mais acometida da coluna é a região lombar, porém a espondilólise pode acontecer em qualquer segmento da coluna vertebral.

Um conceito que muitos confundem com a espondilólise, ou pensam ser a mesma coisa, é o de espondilolistese. Dois nomes complicados para descrever situações distintas, porém relacionadas.

Em alguns casos, as fraturas por estresse deixam os ossos tão fracos que eles não conseguem mais se sustentar em sua correta posição na coluna, deslizando ou mudando de posição. Essa condição é que é chamada de espondilolistese.

Mas para entender direitinho qual é o mecanismo que causa a espondilólise, bem como seus tratamentos, vamos dar uma revisada breve na anatomia da coluna vertebral. Alguns dos conceitos serão necessários para o entendimento do texto, e aparecerão muitas outras vezes por aqui.

A espondilólise está presente em qual tipo de paciente?

Como dissemos, é uma causa muito comum de dor na coluna em crianças e jovens que praticam esportes que envolvem aplicação de carga e estresse excessivos na coluna, como ginástica, futebol americano, e levantamento de peso. Os meninos estão mais sujeitos ao desenvolvimento da espondilólise do que as meninas.

O fato de afetar mais pessoas jovens, normalmente entre 10 e 15 anos, é devido ao desenvolvimento ainda incompleto da coluna vertebral em pessoas mais novas. A maioria das pessoas que tem espondilólise não apresenta sintomas, e podem nem saber que possuem essa alteração, pois ela só é constatada de fato através de exames de imagens complementares, como o Raio-X.

Estima-se que cerca de 5 a 7% dos jovens possuam a doença.

Além dos assintomáticos, existem aqueles pacientes que sofrem da condição e apresentam sintomas, porém, eles são leves e acabam sendo ignorados. O maior problema é que, se a espondilólise não identificada e tratada a tempo, ela pode levar a conseqüências mais sérias, como a espondilolistese, e à formação incorreta da coluna, gerando outros pontos de sobrecarga, estresse e fonte de dor.

Quando aparece em adultos e pessoas mais velhas, a espondilólise é principalmente devido à degeneração dos discos interarticulares e das facetas articulares, o que pode levar ao deslizamento do corpo vertebral mesmo sem a existência de uma fratura.

Anatomia da coluna vertebral

A coluna vertebral é formada por 33 vértebras, que são pequenos ossos retangulares empilhados uns em cima dos outros, formando a estrutura que sustenta nosso esqueleto.

As vértebras possuem um buraco em seu interior, e quando juntas, elas formam um canal, chamado canal medular, por onde passa a medula espinhal, e com ela os nervos que irão controlar as funções de todo o corpo do pescoço para baixo, conectando o corpo ao cérebro.

As articulações entre cada vértebra permitem que a coluna tenha certo movimento e não seja uma estrutura rígida. Elas permitem que inclinemos a coluna para os lados, para frente e para trás. Elas são chamadas de facetas articulares, e estão presentes em pares ao longo da coluna vertebral.

A estrutura que liga uma faceta articular com outra, seja da vértebra de cima ou da vértebra de baixo, mantendo o seu encaixe perfeito e cada vértebra em seu devido lugar, funcionando como uma ponte, é chamada de pars articularis.

Os ligamentos e os músculos ajudam a manter essa estrutura toda unida, e estável, permitindo então o movimento, e protegendo a medula espinhal dentro do canal medular.

Os discos intervertebrais são estruturas gelatinosas localizadas entre as vértebras, que servem para amortecer o contato entre elas e impedir que osso fique encostado diretamente com osso, o que causaria um desgaste das vértebras e muita dor.

O que é, então, a espondilólise?

Agora que possuímos os conceitos básicos, dá pra entender exatamente o que é a espondilólise. Ela é nada mais nada menos do que a fratura da pars articularis, que pode ocorrer apenas de um lado, ou nos dois lados de uma vértebra simultaneamente, em qualquer nível da coluna vertebral, sendo mais comum na região lombar.

A espondilolistese, como dissemos acima, apesar de diferente da espondilólise, acontece como uma conseqüência da espondilólise. Quando essa pars articulares se rompe, a vértebra fica instável, sem nada para segura-lá no lugar. Se a condição não for tratada a tempo, ela pode, então, deslizar para frente, comprimindo a medula que passa no canal espinhal, gerando sintomas de pinçamento nervoso e muita, muita dor.

As vértebras mais comumente afetas são a quarta e a quinta vértebras lombares. Isso acontece porque é nesse ponto que a coluna possui sua curvatura mais proeminente para frente, o ponto mais anterior da curvatura que tem nome de lordose lombar. Esse ponto está mais sujeito à sobrecargas, e à fraturas das facetas articulares, com conseqüente deslizamento vertebral e pinçamento nervoso.

Sinais e sintomas da espondilólise

Em muitos casos, a espondilólise é assintomática, fazendo com que o diagnóstico dessa alteração seja difícil e, em muitas situações, feito por engano. Quando os sintomas estão presentes, no entanto, eles se apresentam como os da lista a seguir:

·         Sinais clínicos (observados pelo médico ou fisioterapeuta que realiza o exame físico):

o   Sinal positivo no “Teste da Cegonha”, que é caracterizado pela dor ao fazer a “posição do quatro” com a pernas;

o   Hiperlordose lombar, ou seja, aumento da curvatura anterior normal da coluna lombar;

o   Presença de achados de imagem compatíveis com fratura da pars articularis;

o   Rigidez muscular à palpação;

·         Sintomas (referidos pelo paciente):

o   Dor nas costas, de um lado ou dos dois, mais frequentemente na lombar. Essa dor pode se irradiar para as nádegas e para as pernas, pode atrapalhar a realização de atividades de vida diária, e geralmente piora com o esforço e com a extensão da coluna lombar, e melhora com o repouso;

o   Espasmos musculares e câimbras;

o   Dormência nas pernas (menos comum);

o   Perda de sensibilidade ou de movimento nas pernas e dificuldade para caminhar – apenas em casos mais avançados da condição, onde a espondilolistese já está presente, e sinais de compressão nervosa começam a aparecer;

A intensidade da dor vai depender do estágio da condição, e piora com o tempo, conforme o deslizamento do corpo vertebral via se tornando maior.

Causas da espondilólise

A causa exata da espondilólise é ainda desconhecida. Sabe-se que alguns fatores contribuem para o seu surgimento, como a genética e alguns fatores de risco adquiridos.

A espondilólise é mais propensa a ocorrer em jovens que participam de esportes que exijam movimentos de hiperextensão da coluna, rotação, ou que gerem uma sobrecarga muito grande nessa estrutura.

Além disso, acredita-se que alguns indivíduos já nascem com os ossos da coluna vertebral mais finos do que os das outras pessoas, o os fazem ser mais susceptíveis à fraturas quando submetidos à estresse.

Outra causa conhecida possível para a espondilólise é o trauma, ou seja, um impacto diretamente na coluna, que pode gerar a fratura da pars articularis.

Fatores de risco para espondilólise

Esportes que envolvem movimentos repetitivos da coluna, movimentos de hiperextensão – principalmente da coluna lombar – e movimentos de rotação da lombar compões o que se acredita ser o principal mecanismos de lesão por espondilólise.

As fraturas por estresse que ocorrem na pars articularis vem a ocorrer no lado oposto ao da lesão, ou da aplicação da sobrecarga.

As seguintes atividades constituem um risco aumentado para o desenvolvimento de espondilólise: basebol, tênis, mergulho, ginástica, futebol americano, boxe, levantamento de peso, rúgbi, vôlei, academias, arremesso de dados, e balé.

Apesar de essa condição ser causada por traumas repetitivos e ao longo do tempo, outros fatores podem contribuir para seu aparecimento, como: sexo masculino, idade entre 10 e 20 anos, e história familiar positiva para espondilólise, ou seja, ter alguém na família que sofreu ou sofre da mesma alteração.

Diagnóstico da espondilólise

O início do diagnóstico da espondilólise começa no consultório médico ou de um fisioterapeuta, através de uma consulta e do exame físico.

Primeiramente, a história do paciente precisa ser coletada de forma completa. A participação em esportes, e a existência de condições semelhantes em outras pessoas da família são sempre questões fundamentais a investigação da espondilólise.

Após essa conversa inicial, um exame físico cuidadoso deve ser realizado, envolvendo a palpação da coluna, avaliação de movimentos da coluna e das pernas, avaliação de força muscular dos mesmos segmentos, e a aplicação de testes especiais.

Uma avaliação precisa da postura e da marcha, ou seja, da forma como o indivíduo fica parado de pé e  anda, também adiciona informações sobre a condição e direciona o olhar do profissional de saúde para a provável causa das alterações.

Uma vez que o médico desconfiou de espondilólise, exames adicionais precisam ser realizados para que o diagnóstico seja fechado, e o melhor tratamento possa ser planejado.

Os exames mais comuns para a avaliação de espondilólise incluem os seguintes exames de imagem:

·         Raio-X: o raio-X é um exame bom para detectar estruturas do corpo com maior densidade, como os ossos. Eles são solicitados com o objetivo de avaliar se existe alguma fratura nas vértebras, e para uma análise mais profunda do alinhamento dos ossos da coluna. Fraturas na pars interarticularis identificadas no raio-X são indicativas de espondilólise;

·         Tomografia Computadorizada (TC): a TC é mais completa e fornece mais detalhes das estruturas da coluna do que o raio-X. Ela ajuda no fornecimento de detalhes sobre a fratura, quais estruturas estão sendo afetadas, e o nível de comprometimento ou compressão medular, ajudando asism no planejamento do tratamento;

·         Ressonância Magnética (RM): a RM é um exame de imagem ainda mais detalhado, ajudando no reconhecimento e na avaliação de estruturas que chamamos de tecidos moles, menos densos que os ossos, como ligamentos, músculos e os próprios discos intervertebrais. Esse exame ajuda na avaliação da extensão do ano da lesão, auxiliando também no planejamento do tratamento;

·         Cintilografia óssea: esse exame é feito através da injeção de contraste no sangue, que no osso vai servir para diferencias áreas com lesões – fraturas – de áreas sadias, ao serem detectadas por uma câmera especial. Esse exame tem um potencial maior ao ser combinado com outros exames, como a TC e a RM.

Confirmado o diagnóstico da espondilólise e determinadas as estruturas afetadas, é hora de planejar o tratamento.

Tratamento da espondilólise

O tratamento inicial de toda espondilólise é sempre clínico, ou conservador, ou seja, aquele que não envolve nenhum tipo de procedimento invasivo ou cirúrgico. Na grande maioria dos casos, esse tipo de tratamento já é o suficiente para promover a cicatrização da fratura, estabilização da vértebra, e curar a condição, impedindo sua progressão.

A fisioterapia é fundamental nesse processo, não só para a cura da condição, como para a prevenção de recorrências. Ela faz parte do tratamento inicial, conservador, e do tratamento cirúrgico.

Começaremos com a descrição do tratamento conservador, por ser de longe o mais empregado.

·         Tratamento conservador para espondilólise

Os objetivos iniciais do tratamento da espondilólise são a redução da dor, a cicatrização das fraturas, e o retorno do paciente Às suas atividades normais.

O tratamento conservador da espondilólise envolve o uso de coletes, restrição de atividades, exercícios específicos prescritos pelo fisioterapeuta, e medicações.

A duração do tratamento depende da gravidade da espondilólise e dos sintomas que ela causa. Quando o paciente estiver livre de sintomas e de sinais inflamatórios, ele é liberado para retornar às suas atividades habituais, porém, deve manter um regime de exercícios físicos específicos para manutenção do quadro, e prevenção de novo quadro de espondilólise.

As opções para o tratamento conservador incluem:

1.       Restrição da atividade: esportes e atividades que provocam estresse excessivo na coluna vertebral devem ser evitadas, para permitir que a fratura seja curada., além de reduzir mais rapidamente os sintomas.

2.       Medicamentos: os medicamentos, no caos da espondilólise, são prioritariamente para reduzir a dor, melhorar o conforto do paciente, e a adesão dele à fisioterapia. Dentre os remédios utilizados estão os antiinflamatórios não esteróides, como a aspirina e o ibuprofeno; os analgésicos, como o tylenol (que apenas aliviam a dor, e não possuem efeitos antiinflamatórios); os antiinflamatórios esteróides, que podem ser usados em casos onde sinais de inflamação estão presentes de forma mais severa, principalmente se os nervos estão envolvidos; e as injeções intra articulares, que consistem na administração de analgésicos e antiinflamatórios diretamente dentro da articulação, promovendo uma melhora mais imediata da dor.

3.       Terapias holísticas: para alguns pacientes, as medidas tradicionais não são suficientes para o alívio da dor e de outros sintomas, e existem alternativas eficazes no manejo da espondilólise, como a acupuntura, suplementos nutricionais, e técnicas de biofeedback. Essas medidas ajudam o paciente não só na redução da dor, mas a lidar com ela, bem como com os efeitos dos sintomas do seu dia a dia.

4.       Correção postural e o uso de coletes: para alguns pacientes podem ser indicados coletes de posicionamento com o objetivo de limitar o movimento da coluna por um tempo, apenas para permitir a cicatrização da fratura, e um melhor alinhamento da coluna durante a recuperação. Importante lembrar que os coletes não devem ser usados por muito tempo, pois levam à redução de força muscular bem rapidamente, podendo atrasar a recuperação mais na frente caos o uso prolongado seja feito.

5.       Fisioterapia: exercícios específicos focados no fortalecimento do que chamamos de CORE, que o é cinturão muscular ao redor da coluna lombar, que a estabiliza e previne lesões. As sessões de fisioterapia envolvem exercícios de fortalecimento, flexibilidade, estabilidade postural, entre outros.

6.       Quiropraxia e Osteopatia: não existe evidência científica suficiente para corroborar a efetividade dessas técnicas no tratamento da espondilólise, no sentido de reduzir o deslizamento do corpo vertebral, ou auxiliar na consolidação da fratura. No entanto, estudos mostraram que elas são efetivas em aliviar temporariamente a dor e trazer conforto para o paciente, pois reduzem o estresse aplicado na região, melhoram o alinhamento da coluna e o espasmo muscular.

7.       For patients seeking chiropractic or osteopathic manipulation for this condition, it is important to

Todos os tratamentos acima mencionados precisam ser prescritos por profissionais gabaritados e especializados. Todo tratamento possui efeitos colaterais, por isso, nunca se automedique, use qualquer tipo de colete, ou realize qualquer tipo de exercício quando apresentar dor lombar sem antes consultas m médico e um fisioterapeuta. Terapias que funcionam para algumas pacientes podem não funcionar para outros, pelo contrário, podem ser prejudiciais e trazer mais danos do que benefícios.

·         Tratamento cirúrgico para a espondilólise

A maioria dos pacientes com espondilólise não precisam de cirurgia, pois o tratamento clínico é suficiente para recuperação total da condição.

No entanto, em casos mais graves, ou que não responderam ao tratamento inicial, a cirurgia pode ser necessária. As indicações para a cirurgia como tratamento da espondilólise são para pacientes com deslizamento severo de corpo vertebral – espondilolistese grave – , progressão rápida do deslizamento e dos sintomas, ou dor nas costas intensa que não melhorou com nenhuma das outras medidas tentadas anterioremente.

Existem basicamente dois tipos de cirurgia para a correção da espondilólise. São eles:

1.       Fusão espinhal: esse procedimento é indicado quando existe uma instabilidade vertebral grande. Ele consiste na união de duas ou mais vértebras através do uso de parafusos, placas de metais e enxertos ósseos. O procedimento é minimamente invasivo, feito por pequenas incisões na coluna. O paciente precisará de fisioterapia após a cirurgia para readaptar o corpo e fortalecer a musculatura após a recuperação, uma vê que a fusão espinhal faz com que o movimento naquele seguimento da coluna seja impossível.

2.       Laminectomia: ela é indicada quando, em associação com a espondilólise, existe estenose vertebral. O procedimento retira parte do corpo vertebral pressionando a medula, aliviando os sintomas de irritação e inflamação local, e a dor. Por outro lado, a laminectomia pode aumentar a instabilidade da coluna, a agravar ou mesmo induzir a espondilolistese.

Consequencias para a reabilitação do paciente com espondilólise

A espondilólise pode ter um grande impacto na vida de crianças e adolescentes, principalmente aqueles que desejam seguir a carreira esportiva, impedindo sue crescimento na profissão. É fundamental ter esse entendimento de como os fatores sociais e psicológicos afetam a reabilitação desse paciente em diversos níveis.

Sentimentos como raiva, frustração, confusão, medo, e até mesmo depressão, não são incomuns, e constituem fatores importantes na determinação do sucesso da terapia. Apenas o fato de estar afastado dos treinos e da prática faz com que o atleta sofra psicologicamente.

Além desse fatores psicológicos, fatores sociais possuem papel fundamental no processo de recuperação.

Levando essas condições em consideração, é preciso preparar o paciente de forma que ele entenda todo o processo de reabilitação, sua importância, e para que ele saiba o que esperar do seu tratamento. Tudo deve ser explicado, conversado e acordado entre profissional de saúde e paciente, para aumentar a adesão ao tratamento e as chances de sucesso e recuperação completa do jovem após o tratamento.

Prognóstico da espondilólise

A maioria dos pacientes com espondilólise não apresenta sintomas ou queixas por vários anos e tem uma vida normal após o tratamento, seja ele conservador ou cirúrgico. Na maioria dos casos, o paciente pode retornar gradativamente às suas atividades normais, podendo inclusive retornar ao esporte que praticava previamente, antes da lesão.

Para manutenção de tudo o que foi ganho com o tratamento, exercícios para serem realizados constantemente são orientados ao paciente, que devem ser feitos com o objetivo de manter o paciente livre de sintomas e impedir que a condição apareça novamente.

To help prevent future injury, your doctor may recommend that your child do specific exercises to stretch and strengthen the back and abdominal muscles. In addition, regular check-ups are needed to ensure that problems do not develop.

Por outro lado, a espondilólise sem tratamento leva a condições extremamente limitantes, devido à dor, e pode chegar a extremos como a limitação ou mesmo perda de movimentos, quando gera uma espondilolistese grave.

Ou seja, o tratamento da condição possui uma taxa de sucesso muito boa, se feito corretamente, e é capaz de manter o indivíduo sem sintomas pela maior parte da vida.

 

Espero que tenham gostado do nosso manual de espondilólise. Ficou com alguma dúvida? Deixe nos comentários que teremos o maior prazer em responder!

OBS: Como o pilates pode contribuir com a patologia citada? Encaixar nossos diferenciais nas sugestões e conclusões do texto, salientar como nós somos diferentes dos concorrentes